Três dos cinco maiores reservatórios hídricos do Ceará apresentam acréscimo no volume de água armazenado, se observado o recorte dos últimos 12 meses. O principal incremento foi no Orós (localizado no município homônimo), segundo maior açude local, que tem 22 milhões de metros cúbicos (m³) a mais do que na mesma data de abril do ano passado. Além dele, o Castanhão (também em Alto Santo), principal do Estado, e o Figueiredo (em Alto Santo), de quinta maior capacidade, cresceram, respectivamente, 22 e 8 milhões de m³.
Responsáveis por grande parte do armazenamento de água do Estado, os aumentos de volume nesses açudes impulsionam o cenário visto em todo o Estado, onde o total armazenado já ultrapassa os 50% da capacidade máxima. De acordo com a Companhia de Gestão dos Recursos (Cogerh), as atuais condições indicam segurança no abastecimento da população.
O maior acréscimo visto até aqui foi no Orós, que com 78% da capacidade total, chegou ao seu maior volume desde julho de 2012. Outro quadro a ser observado é o do Araras, que sangrou em 2023 e 2024, mas até o momento, tem resultados inferiores aos destes dois anos. Junto a esses três, os açudes Banabuiú (terceiro e no município homônimo) e Araras (quarto e localizado no município Varjota), completam o quadro dos cinco maiores reservatórios cearenses. Estes por sua vez apresentaram decréscimo durante o recorte analisado, e perderam, nesta ordem, 28 e 59 milhões de m³.
Assim como visto nos últimos anos, vários açudes de menor porte têm sangrado desde o início da quadra chuvosa. Atualmente, 39 estão transbordando, sendo o maior deles o do município de Pacajus, com potencial para segurar 254 milhões de m³.
Fonte; (Cogerh)

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